Em 2006, uma onda de pavor se incidiu no Brasil com o surto do H5N1, o vírus da famosa “gripe aviária”, que se disseminou, principalmente, por meio da importação de aves de outros países. Neste período, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o MAPA, estabeleceu que qualquer ave estrangeira importada deveria permanecer em observação na Estação Quarentenária de Cananéia, no litoral sul de São Paulo.

Contudo, com a determinação uma problemática surgiu: como transportar as espécies aviárias de maneira que estas permaneçam dentro de um controle preventivo contra possíveis infecções? A demanda de um tipo de deslocamento isolado e insalúbre, dotado da utilização de dispositivos de biossegurança, foi criada.

Neste contexto, a BioSafe surgiu apresentando uma poderosa e inovadora ferramenta, o SafeBox, um utilitário composto de filtros HEPA, que proporcionam a pureza do ar, prevenindo a transmissão de vírus ou bactérias. Desenvolvido de acordo com todos os padrões de biossegurança do MAPA, o SafeBox BioSafe tornou-se um objeto de grande valia para o transporte seguro de animais com chances de contaminação.